• Andrey Sommavilla

Paralisia facial periférica (PFP)

Atualizado: Jan 16




A paralisia Facial pode ser dividida em central ou periférica, conforme sua origem. As paralisias de origem central ocorrem por patologias do Sistema Nervoso Central (SNC), como por exemplo no caso de um AVC.

Já na Paralisia Facial Periférica ocorre um acometimento do Nervo Facial (VII), como uma resposta a uma inflamação ou infecção, compressão nervosa ou déficit de irrigação sanguínea.

O Nervo Facial (VII) é responsável pela inervação motora dos músculos da face, ventre do digástrico e pela sensação gustativa dos 2/3 anteriores da língua. É também responsável pelo controle parassimpático das glândulas lacrimais, submaxilares, sublingual e cavidade nasal.

A PFP é a neuropatia craniana mais comum e pode acontecer em qualquer idade. É uma patologia benigna que na grande maioria dos casos com o tratamento medicamentoso, fisioterápico, fonoaudiológico evolui para a cura.

Os sinais mais comuns que aparecem na PFP são a assimetria de rosto, alterações no paladar, amortecimento, formigamento, dor no lado acometido.

A instalação dos sintomas são rápidos e geralmente precedidos de dores na região do processo mastóide, uma proeminência do osso temporal, situada atrás da orelha.

O atendimento precoce na PFP é muito importante, pois nas fases iniciais da doença, os músculos da face ainda não passaram por um processo de atrofia que, certamente, prejudicará a recuperação.

Por isso, ao primeiro sinal de alterações nos músculos da face, a pessoa deve procurar um profissional da saúde e seguir suas recomendações.

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